APMP acompanha atividades da comissão do extrateto

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Junto com integrantes da diretoria e do conselho deliberativo da Conamp, a Associação Paraibana do Ministério Público, através do presidente Bergson Formiga, acompanhou na última quarta-feira (08) os trabalhos da comissão especial sobre a regulamentação do teto do funcionalismo público (PL 6726/16). Apesar da previsão de sessão, houve cancelamento devido à falta de quórum.

No mesmo dia, o deputado Capitão Augusto (PR/SP), que integra a comissão, apresentou voto em separado. De acordo com o parlamentar, diversos dispositivos constitucionais foram desrespeitados no parecer do relator, deputado Rubens Bueno (PPS/PR), como, por exemplo, o fato de que carreiras reguladas por Leis Complementares ou lei estadual ou municipal não podem ter nenhuma alteração de conteúdo através de Lei Ordinária Federal.

 

O posicionamento do deputado vai ao encontro das manifestações da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas) entregues aos integrantes da comissão especial.

Tramitação

Em junho, o relator Rubens Bueno (PPS/PR) apresentou parecer sobre o PL 6726/16. Por meio de nota conjunta, a Frentas pediu a rejeição do documento: “O relatório […] infelizmente persiste e insiste em diversas e graves inconsistências jurídicas e inconstitucionalidades. A exemplo, o substitutivo, ao pretender delimitar o que é verba remuneratória e indenizatória – o que é essencial, vez que o teto deve se referir apenas e tão somente a verbas remuneratórias – contraria decisões assentadas na Justiça há décadas […]”.

A CONAMP, junto com a Frentas, está atenta à tramitação do projeto e busca o aprimoramento do texto legislativo a fim de resguardar as prerrogativas e interesses dos membros do Ministério Público.

Clique aqui e confira a íntegra do voto em separado do deputado Capitão Augusto

Com informações da Conamp




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